Manaus: por que gosto tanto? (2° dia)
2° dia - 22/08/2022
Pousamos pontualmente às 2:55 da madrugada, horário local e, portanto, 3:55 no horário de Brasília. Os últimos serão os primeiros e eu me dei bem mal. Ao descer pela parte traseira do avião não fiz uso do finger e portanto já fui jogado na área de retirada de bagagem (que para mim não era o caso). Meu plano era aguardar o dia amanhecer na área de conexão, tomar um bom café regional, me preparar para a aula on line de francês e, no final, fui impedido de retornar.
| Ao menos o voo foi tranquilo. |
Frequento Manaus desde dezembro de 2015 e contar como e o que vim fazer na Amazônia daria um livro. Na verdade deu na minha tese de doutorado mas aí não vai caber aqui. O fato é que tantas idas e vindas me permitiram criar laços afetivos com lugares e pessoas e sempre que vou para o interior tento esticar a conexão manauara para aproveitar um pouco.
O aeroporto de Manaus acabou se tornando um ponto de encontro porque são raras as vezes que passo por ali sem encontrar algum conhecido ou amigo. Dessa vez foi a professora Monica da UEA (Universidade do Estado do Amazonas). Foi meteórico porque ela estava atrasada para o voo de Tefé e não conseguiu despachar a bagagem. Uma mala quase maior do que ela foi deixada comigo para que fosse entregue ao filho que retornaria ao aeroporto. Tefé será a segunda parte da viagem e oportunamente a cidade será revelada aqui nas narrativas.
Terminados os compromissos no saguão do aeroporto, peguei um Uber até o Hotel Central, no centro de Manaus. Não me hospedava lá desde a primeira vez na cidade: passei a noite de Natal de 2015 antes de seguir na minha primeira viagem a Tefé no dia 25/12/2015. O hotel atualmente tem outro dono e continua funcional. Depois de me acomodar fui resgatado pelo amigo e professor da UEA, Adam Medeiros. Muitos encontros foram acertados previamente por ocasião da minha vinda: antigos e novos!
| Eu e o Adam na praça do Teatro Amazonas. |
| Açúcar, muito açúcar, café com leite e broa. |
| Movimentação intensa no cais de pessoas e embarcações. |
| Na Amazônia aprendi a tomar sopa mesmo com o intenso calor. |
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